quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Nosso Pequeno Maestro
Ele regia os hinos da igreja com muita animação. Os anos se passaram, e com eles se foi a regência de nosso pequeno maestro Gabriel. Talvez um dia ele volte a dirigir esses mesmos cânticos, já adolescente ou adulto, fazendo-nos remeter aos seus inocentes tempos de criança. Fica o registro.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
“O Crepúsculo do...”
Tem tempo isso. A história está mal contada e não cita os nomes de todos os personagens, mas, como se trata de uma obra inacabada... Pois bem, era um tempo em que câmeras de vídeo amadoras eram peças de ficção, e os profissionais de TV chamavam essa tecnologia de video tape. Os anos 80 começavam e tivemos a ideia de fazer um filme. Filme mesmo, com início, meio e fim, mas, que fim levou?
Filme amador, filme caseiro, filme de jovens da UMP, qualquer coisa que não fosse profissional e tivesse metragem curta significava um investimento em Super 8. Evaldo possuía a câmera e o projetor e o Marcio tinha uma ideia na cabeça, “O Crepúsculo do...”
Os cenários das filmagens eram o morro atrás da igreja, o condomínio Alcântara II, recantos bucólicos de Cachoeiras de Macacu e as ruas de Alcântara. Ricardo (não era o Beraldo) fazia o papel principal, interpretando o... Vestia uma capa roxa e usava dentes postiços. Depois Jonas, que era uma espécie de assistente de produção, assumiu esse papel. O personagem precisava ser bem magro. Lembro-me de uma cena filmada no morro atrás da igreja, na qual Ricardo, ou Jonas, estava de pé, de braços abertos, com a capa roxa e os dentes postiços, representando o... Naquele tempo não havia casas no morro e as pedras espalhadas pela vastidão do nada lembravam um ambiente de ficção científica. Bem no clima do filme.
As saídas para filmar às vezes eram mais divertidas do que o “trabalho”. Uma vez estávamos em Cachoeiras de Macacu, moças e rapazes, uns 20 mais ou menos. A cena se passava à beira de um riacho e Ricardo (ou Jonas) estava vestido a caráter, com a capa roxa e os dentes postiços do personagem, o... Em certo momento ele saiu correndo, com a capa roxa esvoaçando, e a turma correndo atrás. Em sentido contrário vinha um lavrador, montado em seu cavalinho. O bicho empacou de susto e o pobre homem, tão ou mais assustado do que o animal, falou, quase fugindo: “Ocês num faz mais isso cumigo não, viu?" Estava tão nervoso que não sabia se voltava ou seguia caminho. A gente rolando de rir.
“O Crepúsculo do Capeta” nunca foi concluído. Os rolos de fita, se ainda existirem, devem estar com Evaldo, que pode confirmar a história.
Joel Vasconcellos
domingo, 21 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Um retiro que não esqueceremos
Nossos retiros eram muito especiais mesmo!Um daqueles que nunca esqueceremos foi quando o diác. Willians se perdeu à noite e não achava o local onde estávamos acampados. O local não era iluminado, muito distante da estrada principal e chegar lá só de carro. Era uma preocupação só. A noite chegou e nada de Willians aparecer no local.
Todos nós decidimos orar para que Deus orientasse e ele chegasse são e salvo. Interessante que era um lugar que ninguém conhecia, com uma estrada de terra e sem energia. Imagine nossa angústia!
Mas, eis que tarde já, quem aparece no local? Isso mesmo: Willians. Cansado de andar sem saber a direção, sem enxergar quase nada a sua frente, mas de uma forma sobrenatural guiado até o local do retiro.
Sem dúvida, foi uma experiência que até hoje lembramos. Mais do que admirados pela forma como chegou, sabíamos que mão de Deus o havia guiado e isso nos fortaleceu a fé durante todos aqueles dias em que estivemos lá.
Nosso preletor foi o pr. Ronaldo C. Lopes(hoje, de Maricá) e fomos muito abençoados.
A foto, bem, a foto é um desafio para quem tem boa memória e consegue associar nossos jovens da época aos, bem... aos de hoje. Esse foi um desfile à beira da piscina...
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Pequenos e atuais adoradores
Lembro muito bem desse aniversário do Filipe, quando ganhou sua primeira bateria, aos quatro anos.
Foi uma alegria tão grande que em seu coração de criança nem cabia. Em casa... bem, em casa já se pode imaginar a barulheira!
Revendo a foto, não há como não perceber a grandeza de Deus para com essas crianças e não somente para com meu filho. Lucas e Caio já anteviam a adoração para qual seriam escolhidos. Todos queriam tocar um pouquinho, fazer um barulho, coisas assim que nós, adultos, às vezes não entendemos muito bem.
O tempo passou, porém, as palavras do Senhor, como diz a bíblia, não passam, não caem no esquecimento. E temos a prova disso hoje, ao vermos os então meninos, sendo usados no louvor e adoração em nossa igreja. Caio, Lucas e Filipe, não só tocando instrumentos, mas sendo instrumentos nas mãos de um Deus que se regozija em encontrar adoradores. Afinal, quem os busca é o próprio Deus (João 4)!
Vania Vianna
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
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