sábado, 3 de setembro de 2011

Para Recordar

Todos os anos, em novembro, acontece a confraternização de nossa igreja. Esta foi a de 2007, no Sítio da AABB, em Itaboraí.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Nosso Livro de Poesias


Em julho de 1990 as secretarias de Cultura e de Música da UMP lançaram um livro de poesias.  Quem ainda guarda um exemplar desse livro?
Encontro com a Poesia não tinha a pretensão de se transformar em um best-seller, nem contava com autores famosos, mas trazia, em forma de versos, muitas vivências espirituais, preocupações sociais e marcantes experiências de amor a Deus e ao próximo.

Lídia Vasconcelos, Ladi Brazil, Hélem L. de Brito, Jackeline G. de Oliveira, Marly S. de Marins e muitos outros autores, de igual importância, preencheram as páginas dessa obra, coordenada por Nelma Boechat Damasceno.

Em um mundo cada vez mais dominado pela tecnologia a poesia pedia passagem através daquela bela iniciativa, que já conta mais de 20 anos.



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quem se Lembra da Feira Profissional?


Em 2004 e 2005 nossa igreja realizou a Feira Profissional, na qual foram oferecidos vários serviços e cursos.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Rev. Alcides Nogueira


Para quem não conheceu: nesta foto estão, entre outras pessoas, o saudoso Rev. Alcides Nogueira e o Presb. Mário Amaral. Alguns anos atrás, em nossa igreja.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Nosso Pequeno Maestro


Ele regia os hinos da igreja com muita animação. Os anos se passaram, e com eles se foi a regência de nosso pequeno maestro Gabriel. Talvez um dia ele volte a dirigir esses mesmos cânticos, já adolescente ou adulto, fazendo-nos remeter aos seus inocentes tempos de criança. Fica o registro.




quarta-feira, 24 de agosto de 2011

“O Crepúsculo do...”




Tem tempo isso. A história está mal contada e não cita os nomes de todos os personagens, mas, como se trata de uma obra inacabada... Pois bem, era um tempo em que câmeras de vídeo amadoras eram peças de ficção, e os profissionais de TV chamavam essa tecnologia de video tape. Os anos 80 começavam e tivemos a ideia de fazer um filme. Filme mesmo, com início, meio e fim, mas, que fim levou?

Filme amador, filme caseiro, filme de jovens da UMP, qualquer coisa que não fosse profissional e tivesse metragem curta significava um investimento em Super 8. Evaldo possuía a câmera e o projetor e o Marcio tinha uma ideia na cabeça, “O Crepúsculo do...”

Os cenários das filmagens eram o morro atrás da igreja, o condomínio Alcântara II, recantos bucólicos de Cachoeiras de Macacu e as ruas de Alcântara. Ricardo (não era o Beraldo) fazia o papel principal, interpretando o... Vestia uma capa roxa e usava dentes postiços. Depois Jonas, que era uma espécie de assistente de produção, assumiu esse papel. O personagem precisava ser bem magro. Lembro-me de uma cena filmada no morro atrás da igreja, na qual Ricardo, ou Jonas, estava de pé, de braços abertos, com a capa roxa e os dentes postiços, representando o... Naquele tempo não havia casas no morro e as pedras espalhadas pela vastidão do nada lembravam um ambiente de ficção científica. Bem no clima do filme.

As saídas para filmar às vezes eram mais divertidas do que o “trabalho”. Uma vez estávamos em Cachoeiras de Macacu, moças e rapazes, uns 20 mais ou menos. A cena se passava à beira de um riacho e Ricardo (ou Jonas) estava vestido a caráter, com a capa roxa e os dentes postiços do personagem, o... Em certo momento ele saiu correndo, com a capa roxa esvoaçando, e a turma correndo atrás. Em sentido contrário vinha um lavrador, montado em seu cavalinho. O bicho empacou de susto e o pobre homem, tão ou mais assustado do que o animal, falou, quase fugindo: “Ocês num faz mais isso cumigo não, viu?" Estava tão nervoso que não sabia se voltava ou seguia caminho. A gente rolando de rir.

“O Crepúsculo do Capeta” nunca foi concluído. Os rolos de fita, se ainda existirem, devem estar com Evaldo, que pode confirmar a história.


Joel Vasconcellos