quarta-feira, 17 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Primeira Votação Eletrônica em Nossa Igreja
Momento histórico para nossa Igreja, no mês de seu aniversário. Foi realizada com sucesso
a primeira votação eletrônica para oficiais da igreja.
Parabéns à equipe que idealizou e coordenou o processo.
Parabéns à equipe que idealizou e coordenou o processo.
Confira abaixo.
sábado, 6 de agosto de 2011
Vidas em Atas
É comum na Igreja participarmos de reuniões diversas, seja na individualidade de cada Secretaria ou numa Assembleia. Mas, todas, apesar de suas especificidades, estão sob a condição de decidir ou apontar direções para a solução de um problema, para a comunicação de um ato, para constatação de um fato que ocorreu.
É fácil notar alguém sentado no canto da mesa, com um livro na mão, a registrar o que está sendo realizado. Aparentemente uma tarefa fácil, porém não há uma pessoa que, ao ser chamada para fazer um registro, tenha pensando duas, ou muito mais vezes, talvez pela simples máxima: “as palavras ditas vão com o vento, mas as transcritas se perpetuam pela eternidade”. Não existe exemplo melhor para comprovar tal afirmação do que a existência das escrituras.
E é neste ensejo que se materializa o registro em atas. Na Roma antiga, por exemplo, as declarações de concordância e aceitação de um termo de um contrato eram formalizadas em uma cerimônia chamada “manufirmatio”. Depois da leitura executada pelo notarius, as partes que não sabiam escrever passavam a mão pelo pergaminho, em sinal de sua aceitação e concordância, demonstrando-se assim que a constatação do fato era mais importante do que a própria transcrição da vontade das partes.
As atas têm como primeira finalidade documentar fatos, surgindo assim pela necessidade do uso de escritos firmados por uma autoridade, ou seja, sob a fé pública, para que seu conteúdo obtenha crédito. Narrar um fato é transcrevê-lo de acordo com uma apreensão sensorial do que se vê e do que se ouve. Um documento de alto valor jurídico para ser reconhecido deve se pautar pela imparcialidade e neutralidade, sem emitir juízo de valor. Estabelecer uma palavra não condizente com determinada situação pode modificar um contexto e ser pretexto para se criar uma visão um tanto tendenciosa.
Assim, as atas produzidas em uma comunidade, principalmente as eclesiásticas, além de serem um documento que expressa uma veracidade, afirmam um compromisso e são responsáveis pelas pessoas cujos nomes ali estão “atados”. A primeira ata do Conselho de nossa Igreja, datada de 15 de agosto de 1956, traz em letras perfeitamente desenhadas, sob a escrita do presidente Trasilbo Filgueiras, mais do que um registro, uma escolha de um modo de viver. Afinal, como muito bem fala a sua anotação, “...as dezessete horas, do dia quinze de agosto de mil novecentos e cinqüenta e seis, na sede da Igreja, à rua Nestor Pinto Alves, onde já se acha edificado um confortável templo, reuniu-se a Comissão organizadora...” Em outro momento lemos que “a reunião foi aberta com uma oração” e depois a ata se dedica a explicitar os quarenta e sete maiores que trazem suas cartas de transferência da Igreja de Pachecos para se tornarem membros fundadores de nossa Igreja. Entre o “sair de lá e o ficar aqui” está a permissão, o controle e o ide de Deus. Vale registrar que poderia ter sido escrito, por exemplo, “onde se acha um pequeno templo”, mas o uso do termo “confortável” para caracterizá-lo não foi uma simples escolha de um adjetivo, pois significa dizer: aqui estamos bem, aqui é agradável, aqui é onde estamos e onde nos parece caloroso ficar. Lugar de permanência deles, e de tantos outros...
O importante é saber que uma fonte documental sempre fala, seja por um traço mais forte, por uma palavra mais simples ou rebuscada, uma emocionada ou mais dura, por uma data, por um nome escrito ou mesmo pela ausência de algum que deveria está lá, mas não se fez presente. E que é mais do que recordações de um passado, é um arquivo de vidas que se ataram diante de um objetivo, cujo registro se perpetua em uma memória que, apesar de coletiva, se individualiza em todos nós, nos impulsionando a seguir e registrar em atas futuras a nossa história.
Carla Souza de Almeida dos Anjos
sábado, 30 de julho de 2011
Boa Memória, Bons Sentimentos
O tempo passa muito rápido mesmo. Nossa memória funciona como se fosse um arquivo de três gavetas: uma recebe as informações, a outra arquiva e a outra serve para abrirmos quando, de repente, algo nos acontece e nos reporta a uma determinada situação ocorrida.
Muitas vezes um fato corriqueiro, ou um cheiro, ou uma música nos fará abrir uma dessas gavetas onde existem lembranças que nem sequer achávamos mais existirem, pareciam ser um arquivo morto. Mas, de fato, é assim que se explica a nossa mente criada por um Deus tão completo e maravilhoso.
O blog Nossas Memórias é uma forma de mantermos algumas dessas gavetas abertas. Funciona como uma ferramenta maravilhosa que nos permite sorrir, chorar ou se emocionar (mesmo sem expressão física) ao revermos momentos preciosos que passamos com nossos irmãos.
É muito bom revermos as fotos e compartilharmos textos que saem lá das entranhas das mentes que vivenciaram aqueles tempos. E quem também viveu, abre muitas gavetas da memória e traz à tona sentimentos guardados e que nos fizeram muito felizes. Ainda que o passar dos anos apague alguns detalhes, mas lá estão lembranças de passeios, retiros, canções, amigos... talvez um pouco adormecidas, mas nunca extintas.
O blog Nossas Memórias é um convite a mergulhar nessas águas de nossa existência. É uma oportunidade para quem não cantou essa canção poder aprendê-la e cantar conosco. O Salmo 71 nos faz um questionamento quando nos convida a pensar sobre o quê contaremos à próxima geração, aos nossos filhos. E o próprio salmista responde: “contaremos à vindoura geração os louvores do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez”.
Como estamos na era da tecnologia, eis aqui uma forma maravilhosa de cumprirmos essa vontade de Deus.
Aproveite, relembre, reviva e seja novamente feliz. Momentos vividos na presença de Deus e com os irmãos e amigos precisam ser eternizados em nossas mentes.
Vania Vianna
sábado, 16 de julho de 2011
Rua João Calvino
João Calvino, um dos grandes reformadores do século XVI, foi homenageado na cidade com mais templos evangélicos do Brasil, e talvez do mundo - São Gonçalo, RJ. Uma rua do bairro Brasilândia foi batizada com o seu nome.
Bom seria se as verdades que Calvino reafirmou, com base nas Escrituras, não ficassem restritas apenas à lembrança com um nome de rua, mas fossem lembradas em cada ato de fé de um povo que leva o nome de cristão.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Memórias Musicais
A música, como uma das formas de louvor, é um elemento indispensável na liturgia de qualquer igreja. Na medida certa, ela contribui grandemente para que o culto seja agradável não a nós, mas àquele que é o objeto de nosso louvor e adoração.
Corais, conjuntos, duetos, quartetos, solistas, instrumentistas. Eles sempre estiveram presentes nos cultos de nossa igreja. O Grupo Harmonia, com sua juventude e, fazendo jus ao nome, com uma harmonia inspirada de vozes e instrumentos, cantava músicas dos grupos Logos, Vencedores e S8, entre outros. O Suave Som possuía um estilo mais clássico e cantava músicas mais ao modo do grupo Prisma, também muito harmoniosas. O Brilho Celeste e o Conjunto Louvor, atuante até hoje, também davam um toque musical aos nossos cultos.
Todos recebiam convites de outras igrejas, compartilhando com diversas comunidades os louvores do Senhor.
O tempo passou, mas a música cantada naquela época ecoa até hoje em nossos corações, trazendo boas lembranças e mostrando que, ainda hoje, é preciso cantar e, mais ainda, é preciso louvar.
Joel Vasconcellos
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Era um Dia de Carnaval
Era um dia de carnaval, mas o movimento anormal dos foliões na rua não impedia que alguns irmãos se reunissem para mais um culto de adoração e louvor a Deus. O templo não estava cheio, porque muitos haviam viajado e outros preferiram ficar em casa, por causa dos problemas que normalmente acontecem em nossas ruas e conduções nessa época.
Além dos foliões, se encontrava na rua um homem que caminhava tropegamente ao lado de sua filha mais velha, na época bem pequena. Naquele clima de folia, quando passava em frente à igreja, o homem recebeu um convite inusitado de sua cunhada: ela o convidou a entrar no templo. Ele aceitou o convite, entrou e ouviu a Palavra de Deus, pregada e cantada por aqueles irmãos. Mesmo com a consciência alterada pelo álcool, aquele homem entendeu que tudo aquilo ali tinha muito a ver com ele. O Espírito Santo tocou em seu coração e o transformou. E ele passou a beber da Água da Vida, em lugar da outra.
Está em nosso meio até hoje.
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